domingo, 14 de junho de 2026

Paratleta Anderson Gonçalves, do tênis em cadeira de rodas, se prepara para competições internacionais após título brasileiro

 

Após ser decisivo para coroar a Federação Espiritosantense de Tênis (FET) como campeã brasileira, Anderson Oliveira Gonçalves, paratleta da Associação Esportiva Siderúrgica de Tubarão (AEST), praticante de esporte de auto rendimento na modalidade tênis em cadeira de rodas (TCR), na categoria Quad, se prepara para competições internacionais no segundo semestre.

A meta do paratleta e servidor terceirizado da Secretaria da Fazenda (Sefaz) é estar melhor fisicamente e tecnicamente com as instruções e treinamentos do técnico do tênis em cadeira de rodas do Espírito Santo, Carlos Eduard Wiederspahn, para participar das competições internacionais que ocorrerão no mês de outubro nas cidades de Uberlandia (MG) e Goiânia (GO) e no Distrito Federal.

Em agosto, Gonçalves foi convocado pela FET para participar da Copa das Federações, representando o Espírito Santo no evento realizado no Centro Paraolimpico Brasileiro, em São Paulo.

“No referido torneio tanto eu quanto os demais integrantes da equipe de tênis em cadeira de rodas, trouxemos os títulos de campeão (equipe Open), vice campeão na categoria que eu jogo (equipe Quad), e semifinalista (equipe feminina)”, contou.

Totalizando todos os pontos da equipe, a FET e o Estado foram campeão brasileiro. “Foi muita maravilhoso e emocionante ser convocado para o torneio e fazer parte da equipe que levou o Estado a ser campeão na Copa das Federações”, destacou.

E completou: “Este ano de 2023 estou com os apoios da Secretaria de Esporte e Lazer (Sesport), Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Vila Velha, Secretaria Especial do Esporte e com o apoio da Secretaria da Fazenda (Sefaz)”.

Vítima de poliomielite, também chamada de paralisia infantil, Anderson Gonçalves começou a praticar esportes paralímpicos em 1994. “Comecei com basquete em cadeira de rodas e cheguei a participar da seleção capixaba. Depois, em 1998, quando entrei na Sefaz, conheci o tênis em cadeira de rodas e, por um tempo, consegui conciliar os dois esportes. Parei em 2000 e voltei somente em 2018”, lembrou Gonçalves.

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