
A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) participa, na próxima segunda-feira (11), do Brasil-U.S. Industry Day, em Nova York. O encontro é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos (USCC) e acontece em meio a intensas mudanças no comércio internacional.
O evento reunirá 300 lideranças empresariais, investidores e autoridades governamentais para debater a agenda prioritária e comum da indústria, como financiamento, minerais críticos, energia, saúde e tecnologias digitais.
O presidente da Findes, Paulo Baraona, que participará da missão afirma que a presença da Federação no encontro reforça a importância do Espírito Santo no cenário industrial e logístico brasileiro.
“A relação entre Brasil e Estados Unidos é estratégica para o desenvolvimento industrial, a inovação e a atração de investimentos. A Findes participa deste encontro para acompanhar tendências globais, fortalecer o diálogo internacional e ampliar conexões que gerem oportunidades para a indústria capixaba. Os EUA são hoje o maior parceiro comercial do nosso Estado”, comenta.
Baraona ainda acrescenta que “o Espírito Santo tem uma economia fortemente integrada ao comércio exterior e uma indústria competitiva, inovadora e preparada para contribuir com temas estratégicos como logística, energia, mineração e sustentabilidade”.
Essa é a primeira vez que o setor reúne representantes dos dois países em um evento na Brazilian Week – tradicional agenda anual de líderes globais para debater oportunidades econômicas e de investimentos.
O Brasil-U.S. Industry Day acontecerá no The Glasshouse, das 16h às 20h. Além do debate, a programação inclui uma cerimônia de reconhecimento da CNI a empresas, entidades e lideranças que fortaleceram a relação econômica Brasil-EUA ao longo dos últimos anos.
*Relação estratégica*
O Brasil e os EUA mantêm uma relação econômica sólida e estratégica, baseada no comércio, nos investimentos e na integração produtiva – e o impacto é significativo no desenvolvimento econômico: em 2024, a cada R$ 1 bilhão exportado aos EUA, foram criados 24,3 mil empregos e movimentados R$ 531,8 milhões em massa salarial e R$ 3,2 bilhões em produção no Brasil.