terça-feira, 28 de julho de 2026
Como o biscoito ganha novas formas de consumo e impulsiona a inovação de fabricante

Como o biscoito ganha novas formas de consumo e impulsiona a inovação de fabricante

O biscoito já não ocupa apenas o espaço do café da manhã ou da tarde. Nos últimos anos, o produto passou a ganhar novas ocasiões de consumo impulsionadas por consumidores que buscam mais do que praticidade: procuram experiências de consumo mais ricas e completas. A mudança acompanha um consumidor que busca experiências mais indulgentes, com combinações de texturas, recheios e chocolates, impulsionando a inovação em uma das categorias mais tradicionais do varejo. Segundo dados da Nielsen Market Track, o segmento de Chocobakery duplicou nos últimos 5 anos, chegando a representar 10% do mercado de biscoitos, porém com oportunidade de avançar ainda mais, uma vez que em outros mercados, como Estados Unidos e Europa, já chega a representar 30% da categoria. Atenta a esse novo comportamento do consumidor, a Nestlé vem ampliando seus investimentos na categoria de biscoitos por meio da plataforma ChocoBakery, criada para transformar um consumo tradicional em uma experiência que combina crocância, cremosidade e diferentes camadas de sabor. A iniciativa nasceu da percepção de que os consumidores buscavam snacks mais elaborados, capazes de entregar diferentes texturas e sensações em um único produto. Segundo dados da Kantar de 2023, 50% dos brasileiros querem doces e sobremesas que são multitexturas. Foi com base nessa tendência que surgiu o Choco Trio, primeiro lançamento da plataforma, reunindo chocolate, biscoito crocante e recheios em uma proposta inédita para a categoria. “Estamos sempre atentos à forma como as pessoas consomem nossos produtos e às mudanças de comportamento do consumidor. Percebemos uma demanda crescente por indulgências premium, que ofereçam uma experiência além do convencional. Foi a partir dessa leitura que desenvolvemos a plataforma ChocoBakery. Hoje contamos com um portfólio diversificado, pensado para diferentes ocasiões de consumo e perfis de consumidores”, afirma Marcos Freitas, gerente executivo de Marketing de Biscoitos e ChocoBakery da Nestlé. Com a boa aceitação do consumidor, a plataforma evoluiu rapidamente. Após o sucesso de Choco Trio, chegaram ao mercado os ChocoCookies, trazendo pela primeira vez ao Brasil cookies recheados produzidos pela companhia. Em seguida, foi lançado o ChocoBiscuit, que combina um biscoito crocante ao tradicional chocolate Nestlé. Mais recentemente, a estratégia passou a explorar inspirações em clássicos da panificação e da confeitaria internacional. Primeiro veio o ChocoPretzel, lançado durante a campanha de Nestlé com Stranger Things. Agora, a companhia apresenta o ChocoWaffle, inspirado no tradicional waffle norte-americano. O produto combina biscoito crocante sabor baunilha com cobertura de chocolate ao leite Nestlé, ampliando o portfólio e reforçando a aposta em experiências que unem praticidade e indulgência. Para acompanhar essa evolução da categoria, a Nestlé também investiu na modernização de sua operação. Três fábricas brasileiras, Caçapava (SP), Marília (SP) e Vila Velha, receberam equipamentos desenvolvidos especialmente para produzir os diferentes formatos da plataforma ChocoBakery. O investimento permitiu desenvolver produtos inéditos no mercado nacional e ampliar a capacidade de inovação da companhia.

Espírito Santo lidera crescimento da atividade econômica no Brasil, aponta Banco Central

Espírito Santo lidera crescimento da atividade econômica no Brasil, aponta Banco Central

Estado registrou alta de 4,4% em maio na comparação com abril e alcançou o segundo maior crescimento acumulado em 12 meses entre as unidades da federação monitoradas pelo BC. A economia do Espírito Santo segue entre as que mais crescem no País. Dados do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgados pelo Banco Central, mostram que o Estado registrou crescimento de 3,9% no acumulado dos últimos 12 meses, o segundo melhor resultado entre os 14 estados acompanhados pela instituição. O desempenho capixaba também impulsionou os resultados da Região Sudeste, que apresentou expansão de 1,6% no período, acima da média nacional de 1,4%. Na comparação entre maio e abril, o Espírito Santo alcançou o melhor desempenho do Brasil, com crescimento de 4,4%. Na sequência aparecem Goiás (1,1%), Ceará (1,0%), Paraná (0,9%), Santa Catarina (0,8%), Minas Gerais (0,5%), Pernambuco (0,5%), Amazonas (0,1%) e Pará (0,1%). À frente do Governo do Estado desde abril, Ricardo Ferraço (MDB) atribui o resultado ao ambiente de estabilidade, planejamento e parceria construído nos últimos anos, período em que também atuou como vice-governador e secretário de Desenvolvimento. “Os dados consolidados pelo Banco Central, mostrando o Espírito Santo entre os líderes de crescimento do Brasil, comprovam que somos o Brasil que dá certo, que estamos no rumo e no ritmo certos. Eles demonstram o quanto estamos avançando na agricultura, no comércio, na indústria, na confiança e na capacidade empreendedora dos capixabas”, afirmou o governador. Ricardo destacou ainda que o Espírito Santo vem consolidando um processo de diversificação econômica, reduzindo sua dependência histórica da indústria do petróleo e do gás. “A arrecadação derivada do petróleo e do gás já chegou a representar 20% da nossa economia. Hoje, representa cerca de 5%. O Espírito Santo encontrou seu caminho a partir da diversificação, reduzindo a dependência desse setor e fortalecendo novas vocações econômicas. Agora é continuar trabalhando com visão de futuro, planejamento e austeridade. É assim que vamos seguir gerando emprego, oportunidades e desenvolvimento para o nosso povo”, disse. Antes de assumir o comando do Executivo estadual, Ricardo também esteve à frente da Secretaria de Desenvolvimento e coordenou, ao lado da equipe de Governo, as ações de enfrentamento aos impactos do chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) é considerado uma das principais referências para acompanhar o ritmo da economia brasileira e funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Foto: Cid Costa/GovernoES