
Produzida em Domingos Martins, a Cachaça Mais Uma conquistou três medalhas de ouro e duas de mérito sensorial no Concurso New Spirits 2026, uma das mais importantes premiações do setor de destilados no Brasil. O desempenho reforça a qualidade e a tradição do alambique da família Schunk, além de marcar o terceiro ano consecutivo em que a marca é reconhecida na competição. A trajetória de premiações da cachaçaria vem se consolidando ano após ano. Em 2024, a Mais Uma conquistou uma medalha de ouro e uma de prata no New Spirits, além da primeira medalha de ouro internacional no Spirit Selection, realizado em Bruxelas. Já em 2025, foram três medalhas nacionais — ouro, prata e mérito sensorial — e duas medalhas de bronze em competições internacionais. Em 2026, o reconhecimento alcançou um novo patamar: com cinco medalhas conquistadas, o Alambique Mais Uma tornou-se a única cachaça do Brasil a alcançar esse feito na atual edição do concurso. A excelência da produção artesanal capixaba ganhou destaque nacional com a conquista de cinco medalhas pela Cachaça Mais Uma em concurso especializado do segmento de destilados. O reconhecimento inclui três medalhas de ouro na categoria Madeiras Brasileiras (02) e Estrangeira s(01) e duas medalhas por Mérito Sensorial (madeiras brasileiras e brancas), reafirmando a qualidade da bebida produzida no interior de Domingos Martins. As medalhas de ouro foram conquistadas pelas versões Mais Uma Amburana, Mais Uma Castanha do Pará e Mais Uma Premium Carvalho Americano, todas avaliadas pela excelência no envelhecimento e nas características sensoriais proporcionadas pelas madeiras utilizadas. Já as medalhas de Mérito Sensorial ficaram com os rótulos Mais Uma Bálsamo e Mais Uma Cana Caiana. A premiação representa um importante reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela agroindústria familiar localizada no distrito de Paraju. Fundada em 1982 por Deuclério José Schunk, a empresa nasceu de forma simples, construída com esforço braçal, apoio da família e dedicação ao aperfeiçoamento constante da produção artesanal de cachaça. Atualmente, o empreendimento é conduzido por Camila e Clóvis Luiz Schunk, que cresceu acompanhando o funcionamento do alambique com seu pai, Sr. Deuclério, e buscou especialização técnica para elevar ainda mais o padrão de qualidade da marca. Para Clóvis, o reconhecimento nacional funciona como incentivo para continuar investindo na qualidade da produção e amplia a visibilidade da cachaça produzida no Espírito Santo. Segundo ele, as premiações mostram que o Estado tem potencial para competir entre os melhores produtores do país. O resultado desse empenho agora ultrapassa as fronteiras do Espírito Santo e até mesmo do Brasil, projetando a cachaça capixaba em competições de relevância nacional e internacional. A estrutura da fábrica reúne processos modernos aliados à tradição artesanal. O alambique conta com equipamentos como alambiques de cobre, tanques de inox, caldeira, setor de moagem coberto e barris de madeira utilizados no envelhecimento das bebidas. Todo o processo é realizado com foco na qualidade da matéria-prima e no controle rigoroso da fermentação e destilação. Outro diferencial da Cachaça Mais Uma está no compromisso com a sustentabilidade. O bagaço da cana-de-açúcar é reaproveitado para alimentar a caldeira, adubar o solo e servir de alimentação para o gado. Já o vinhoto resultante da destilação é utilizado como fertilizante orgânico nas lavouras da propriedade. Além disso, a família mantém áreas de preservação permanente e reserva legal em seu sítio. Mais do que medalhas, o reconhecimento reforça a força da produção artesanal capixaba e evidencia o potencial do Espírito Santo na produção de destilados de alta qualidade. A conquista também fortalece o turismo rural e gastronômico de Domingos Martins, município conhecido pela valorização da agricultura familiar e dos produtos artesanais Por Nety Façanha
Variando entre R$ 695 mil e R$ 8,9 milhões, imóveis localizados no Espírito Santo irão a leilão nesta quinta-feira (14), às 15 horas. São 33 opções, incluindo fazendas, apartamentos, lotes e casas. O leilão é promovido pelo Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) e os lances poderão ser feitos e acompanhados pela internet, para participar é necessário realizar cadastro no site do leiloeiro (https://www.emleilao.com.br/eventos/leilao/86/leilao-de-33-imoveis-financiaveis-banestes). São 33 opções de imóveis, localizados no Espírito Santo e em duas cidades do Rio de Janeiro, disponíveis no leilão do Banestes. Chama atenção, por exemplo, um apartamento de alto padrão de 250 metros quadrados no Edifício Le Chateau de Lyon. O imóvel fica na Praia do Canto, em Vitória, com lance inicial de R$ 3,28 milhões. Com área de 195.300,66 metros quadrados, a Fazenda Ponta Grossa, localizada em Anchieta, tem lance inicial de R$ 8,9 milhões. Em Colatina, um terreno (Lote 16) de 116,5 mil metros quadrados com o primeiro lance a R$ 8,9 milhões. Já as salas comerciais, estão localizadas em Vitória, Vila Velha, Linhares e Guarapari. As metragens variam de 25 a 36 metros quadrados, e os lances iniciais vão de R$ 100 mil a R$ 193 mil. Outra opção disponível no estado é um imóvel comercial localizado em Itaperuna, com mais de 3 mil metros quadrados e lance inicial de R$ 4 milhões. Os interessados podem consultar mais informações ou realizar agendamento de visitas aos locais dos bens a serem leiloados pelos telefones (27) 98146-1234 e (27) 4141-4321 ou pelos e-mails contato@emleilao.com.br e ayrtonporto@gmail.com, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.