
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Vila Velha, em parceria com o Senac Vila Velha, abriu inscrições para o curso gratuito “Jovem Programadora”. É mais uma oportunidade de qualificação profissional voltada exclusivamente para mulheres que desejam ingressar no universo digital da programação de computadores, conquistar um emprego formal na área de tecnologia e até criar o seu próprio negócio. O curso é voltado para mulheres de 16 a 29 anos, com Ensino Médio incompleto, que tenham interesse em seguir carreira no setor tecnológico. Além da formação técnica, as participantes terão acesso a vários benefícios, como metodologia colaborativa, estrutura pedagógica de excelência, certificação reconhecida pelo mercado e assistência estudantil (transporte e alimentação). A atividade começa no próximo dia 30 de março e segue até 28 de julho, com 308 horas-aula. Durante este período, as participantes vão mergulhar no mundo da tecnologia e aprender desde os seus fundamentos básicos – como raciocínio lógico, algoritmos e cálculos matemáticos – até a criação de sistemas e recursos para a internet. E as aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, na própria unidade do Senac Vila Velha, localizada à Rua Vereadora Dozinha Justo, 91, no bairro Divino Espírito Santo. Inscrições As interessadas em participar do curso “Jovem Programadora” podem se inscrever presencialmente, comparecendo ao Senac Vila Velha, ou de forma online, acessando o link a seguir e preenchendo o formulário: https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=p8IFq1clgUOOk9F9DsmIWhwWHAFO9XFCjN171I6ZR0BUMFE0NjRTVzZLOVgxVlhXTFo1NFdaNjlUQSQlQCN0PWcu&route=shorturl ou Clicando Aqui. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Vila Velha, Everaldo Colodetti, explica que, na prática, as alunas do curso aprenderão a desenvolver, implantar e testar sistemas de informação para computadores; criar e publicar aplicações web; e dominar conteúdos relacionados ao empreendedorismo e ao marketing digital. De acordo com Colodetti, a iniciativa também busca aproximar o público feminino deste campo inovador de atuação profissional, que é a tecnologia. Segundo ele, mais do que ensinar a programar computadores, o curso pretende despertar confiança, criatividade e visão de futuro nas alunas: ingredientes essenciais para quem deseja abrir novas portas no mercado de trabalho da cidade e transformar sua realidade por meio do conhecimento. “A tecnologia está sempre em evolução, criando novas oportunidades a cada dia e desbravando caminhos para o futuro. Com o curso ‘Jovem Programadora’, queremos ofertar às jovens da nossa cidade a chance de adquirirem conhecimento e competência técnica para desenvolverem habilidades que poderão lavá-las a conquistar seu espaço em uma área que cresce cada dia mais no mundo inteiro”, salientou o secretário. Serviço Curso – Jovem Programadora Início: 30 de março Término: 28 de julho Carga horária: 308 horas Aulas: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h Local: Senac Vila Velha – Rua Vereadora Dozinha Justo, 91, bairro Divino Espírito Santo Inscrições: Senac Vila Velha (presencialmente) ou via online, pelo link: https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=p8IFq1clgUOOk9F9DsmIWhwWHAFO9XFCjN171I6ZR0BUMFE0NjRTVzZLOVgxVlhXTFo1NFdaNjlUQSQlQCN0PWcu&route=shorturl ou Clicando Aqui. Mais informações: (27) 3229-5588
Com a formalidade no emprego doméstico amargando a taxa crítica de apenas 25% no Brasil, o Instituto Doméstica Legal (IDL) lança campanha de pacto pela formalidade no emprego doméstico. A missão é exigir a aprovação de projetos de lei que estão parados. Os projetos iriam ajudar na igualdade racial, igualdade de gênero e reparação histórica para as trabalhadoras e uma economia real para os empregadores. Presidente do Instituto, Mario Avelino foi a Brasília e na agenda está uma ida a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e na Câmara dos Deputados, focando em dois pilares inseparáveis e urgentes: o Abono do PIS (PLP 147/2023) e o retorno da dedução do INSS patronal no Imposto de Renda (PL 1766/2019). 1. Abono do PIS: No Senado, o alvo é destravar o PLP 147/2023, que inclui a categoria no abono salarial. O projeto foi aprovado em 2023 nas Comissões de Direitos Humanos – CDH, e Assuntos Sociais- CAS, já possui relatório favorável desde setembro de 2025 da senadora professora Dorinha, mas não é pautado por pressão do governo que não quer a aprovação. Avelino usará como argumento central a recente decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF), de 18 de dezembro de 2025, que reconheceu o racismo estrutural e institucional no Estado brasileiro, poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e deu o prazo de um ano, que terminará em 17/12/2026 para acabar com o mesmo. “Negar o Abono do PIS a uma categoria formada por 93% de mulheres e quase 70% de negras, logo após a determinação do STF, é a prova material desse racismo e preconceito de gênero institucional. O Congresso acabou de liberar R$ 61 bilhões em emendas parlamentares em ano eleitoral. A omissão agora é uma escolha referendada pelo Supremo”, dispara Avelino. 2. Economia de 7,35% para o Empregador: Para viabilizar o pagamento do Abono do PIS, o PLP 147/2023 que prevê a criação da Contribuição do PIS do empregador doméstico de 0,65% no eSocial. É aqui que entra o segundo pilar do Pacto na Câmara: a aprovação do PL 1766/2019, que vigorou de 2006 a 2018, devolve ao empregador o direito de deduzir os 8% do INSS patronal no Imposto de Renda. “O Governo não tira dinheiro do nada, quem paga a conta é o contribuinte. O nosso Pacto propõe equilíbrio. O empregador passa a contribuir com 0,65% para garantir o Abono do PIS da sua empregada doméstica, mas, em contrapartida, volta a deduzir os 8% do INSS na Declaração de Imposto de Renda Anual. Na matemática final, o patrão terá uma economia real de 7,35%. É um estímulo direto para assinar a carteira e combater a informalidade de 75% que domina o setor, herança do boicote histórico que esse projeto sofre na Câmara desde 2019 por imposição do governo”, conclui o presidente do IDL. Avelino, também enviará o Pacto pela Formalidade no Emprego Doméstico, para o presidente Lula, pedindo a edição de uma Medida Provisória, e mostrar que seu governo é de fato a favor da Justiça Social e Trabalhista, e contra o Racismo Estrutural e o preconceito de gênero no emprego doméstico. Segundo dados da PNAD Contínua do IBGE, o País possui cerca de 5,8 milhões de trabalhadores domésticos, o que representa aproximadamente 6% da população ocupada. Desse total, apenas cerca de 1,38 milhão têm vínculo formal com carteira assinada, enquanto a maioria, mais de 4 milhões, trabalha na informalidade, sem registro e com menor acesso a direitos trabalhistas e proteção social.